7.3.03

Michael Jackson fez vudu para tentar matar Steven Spielberg, diz revista

Peruca, prótese no nariz, banho de sangue, racismo.... As revelações da Vanity Fair
6 de março, 2003
Às10:09 AM hora de Brasília (1309 GMT)

LOS ANGELES -- Michael Jackson parece viver um inferno astral permanente. Já sob os holofotes devido ao polêmico documentário em que defendeu seu sentimento em relação às crianças, o "Rei do Pop" é o centro de mais uma história bizarra: ele teria pagado 150 mil dólares por sessões de vudu, com o objetivo de causar a morte do cineasta Steven Spielberg.

A revelação consta de um artigo quer será publicado em abril pela revista Vanity Fair, que atribuiu a informação a uma fonte do círculo do cantor de 44 anos, a qual pediu anonimato.

Jackson, segundo a Vanity Fair, participou de um ritual de vudu na Suíça no ano 2000 e recebeu do feiticeiro a promessa de que Spielberg, o magnata da música David Geffen e outros 23 de seus desafetos iriam morrer. Na ocasião, Jackson passava por problemas financeiros sérios. Ainda assim, determinou que seu assessor econômico, Myung-Ho Lee, transferisse 150 mil dólares para um banco de Mali, na África.

O dinheiro teve como destinatário o vudu Baba, que teria sacrificado 42 vacas para a cerimônia, acrescentou a Vanity Fair. Como parte do ritual, Jackon teria tomado um banho de sangue.

A revista faz outras revelações desabonadoras sobre Michael Jackson e que há muito tempo são motivo de especulação: a aparência física do astro pop.

A fonte do convívio de Jackson contou que o cantor usa peruca e uma prótese na ponta do nariz, sem a qual mais parece uma múmia com dois buracos nas narinas, e tem aversão a negros. Daí o motivo de clarear a pele.

Em novembro passado, o rosto nitidamente deformado causou assombro quando Jackson compareceu a uma audiência em um tribunal na Califórnia. No mesmo mês, ele deixou o mundo perplexo ao sacudir um bebê – seu filho mais novo – na sacada de um hotel na Alemanha.

Em fevereiro, mais trapalhadas na confusa vida do caçula dos "Jacksons Five". Uma emissora de televisão britânica levou ao ar um documentário em que o cantor revelou que gosta de dormir no mesmo quarto e, algumas vezes, na mesma cama que crianças.

Como se não bastassem todas as notícias adversas a seu respeito, o cantor, segundo a Vanity Fair, ainda se vê às voltas com dívidas de 240 milhões de dólares, resultantes de seu estilo extravagante de vida e da queda nas vendas de discos.

Desde meados da década de 1990, Jackson estaria lançando mão de empréstimos multimilionários para pagar suas despesas. Somente a manutenção de seu rancho, a Terra do Nunca, no centro da Califórnia custaria a bagatela de quatro milhões de dólares por mês.

A revista tentou contacto com os representantes de Jackson nos Estados Unidos e na Inglaterra, mas não obteve resposta.

(Com informações da Reuters)
E depois dizem que os portugueses é que são burros...

Chequem essa coletânea de fotos engraçadas de placas e situações americanas e/ou de outros países. Talvez alguma seja montagem, mas são boas. Analisem e vejam as contradições:

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6.3.03

Tem dias em que, mesmo que estamos morrendo, e que lutemos por nossa vida, o destino é que morramos de fato... Ontem à noite foi prova disso...

Cheguei em casa ontem à noite, acabara de voltar da praia morto de fome e ávido para comer algo salgado. É óbvio que, ao abrir minha despensa, não havia nada, apenas miojo, o que estou farto de comer. Perguntei à minha esposa, portanto, o que ela gostaria de comer, pois resolvi comprar algo fora. Como já estava tarde, ela sugeriu que eu fôsse até a padaria ali perto e comprasse alguns salgado, mais conhecidos como quitutes.

Fui lá eu, portanto. Parei meu carro e entrei na padosca. É óbvio que, por ser uma padaria de periferia pós-quarta-feira de cinzas, não havia nada lá pronto, nem mesmo pão. Apenas um monte de bêbados esperando o jogo do "Curingão" começar. Resolvi deixar quieto e ir ao mercado ali perto. Dirigi até lá e estacionei meu carro. Fui até a seção de congelados e comprei singelas coxinhas pré-prontas. Paguei R$ 3 e pouco e voltei para casa, mais morto de fome...

É óbvio que nunca se deve confiar nas geladeiras dos supermercados, ainda mais se ele for de periferia e os dias sempre estão acima de 30 graus Celsius. Qaando eu, já de fogo ligado, abri o pacote para fritar meu alimento, descubro que ele estava todo coberto de fungos. Se fosse um queijo gorgonzola, até comeria, mas como não era, me causou uma sensação de asco.

Bem, restou-me abrir novamente a garagem de minha casa, sair com o carro, fechá-la e ir ao mercado devolver a comida podre. Fui até o gerente e mostrei a ele a situação. Ele pediu-me para que eu aguardasse. Passaram-se uns 3 minutos, e ele retornou com uma outra caixa do mesmo produto: "Gostaria de verificar este produto apenas para certificar-se de que está OK?". Respondi:"Não, quero meu dinheiro de volta." Esperei mais 5 minutos para reaver o meu dinheiro. Já estava de saco cheio, e com fome, e voltei pra casa, portanto. Mas antes tive a esperança de que havia algo na padaria, pois algum tempo já havia se passado, e alguma coisa poderia ter sido feita. Mas a padaria estava mais lotada e mais porca do que da primeira vez, me desanimando totalmente. Resolvi então voltar para casa para comer miojo.

Abre garagem, coloca o carro, fecha garagem, fecha a porta de casa. Vou até a cozinha fazer o meu miojo (eca). É óbvio que a noite não estaria completa sem mais um show de asco, pois uma barata grande e vermelha estava em minha pia. Tenho um nojo enorme a baratas e insetos em geral, então prontamente arremessei meu chinelo nela, mas ela fugiu. Perdi a vontade de comer ali, mas a fome ainda persistia...

Joguei uma água por ali. Peguei a panela, comecei a ferver a água. Ferveu. Coloquei o miojo. Ficou pronto depois de 2 a 3 minutos. Peguei a panela e comecei a virá-la na pia para retirar o excesso de água, segurando o macarrão com um garfo para que ele não caísse. Mas quis o destino que minha esposa viesse e conversasse comigo, me desconcentrando neste momento de dificuldade da vida. O macarrão caiu inteiro na pia, sob a louça suja...